
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
From The Inside Out (Hillsong )
Milhares de vezes falhei
Ainda assim Tua misericórdia permanece
Poderia tropeçar outra vez
Ainda assim sou alcançado por
Tua graça Eterno
Tua luz brilhará quando tudo mais apagar
Sem fim Tua glória vai além de toda fama
Tua vontade acima de tudo mais
Meu propósito permanece
A arte de perder-me
Em trazer-Te louvor
Em meu coração, em minha alma
Dou-Te domínio Consome-me de dentro para fora
Deixa a justiça e o louvor
Virem ao meu abraço
Para Te amar de dentro para fora
Eterno Tua luz brilhará quando tudo mais apagar
Sem fim Tua glória vai além de toda fama
E o clamor do meu coração
É trazer-Te louvor
De dentro para fora Senhor, minha alma clama.
Ainda assim Tua misericórdia permanece
Poderia tropeçar outra vez
Ainda assim sou alcançado por
Tua graça Eterno
Tua luz brilhará quando tudo mais apagar
Sem fim Tua glória vai além de toda fama
Tua vontade acima de tudo mais
Meu propósito permanece
A arte de perder-me
Em trazer-Te louvor
Em meu coração, em minha alma
Dou-Te domínio Consome-me de dentro para fora
Deixa a justiça e o louvor
Virem ao meu abraço
Para Te amar de dentro para fora
Eterno Tua luz brilhará quando tudo mais apagar
Sem fim Tua glória vai além de toda fama
E o clamor do meu coração
É trazer-Te louvor
De dentro para fora Senhor, minha alma clama.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
SER CRISTÃO É MUITO LOUCO
SER CRISTÃO É MUITO LOUCO Ser Cristão é andar na contra do Mundo .Porém,o mundo vicia, CRISTO LIBERTA. O mundo contamina ,CRISTO CURA. O mundo é guerra, JESUS É PAZ. O mundo é corrupto, CRISTO PURIFICA. O mundo acusa, CRISTO PERDOA .O mundo é ódio, DEUS É AMOR. O mundo e depressão, DEUS É ALEGRIA. O mundo é frágil, DEUS É O PODER. O caminho do mundo é largo e leva para o abismo.O caminho de DEUS é estreito, mas leva a vida eterna.Se ser Cristão é ser louco,quero ser o mais aloprado de todos.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
JESUS te ama e te comprou por um preço muito caro!
O Menino e o Barquinho
Filho único de um casal pobre e rústico, caseiros em uma terra quase sem recursos lá no distante e sofrido interior do agreste, Jacozinho era criado assim, longe de tudo e de todos... Nunca tivera um brinquedo comprado em loja, improvisava sempre, ao seu jeito os seus passatempos que só ele mesmo, em sua própria mente sabia defini-los... O menino era até, de certa forma, muito inventivo, mas por não conhecer praticamente as novidades do mercado, não tinha muito o que fazer... Todavia, bastou que o pai o levasse pela primeira vez a uma pescaria, para que ele então se apaixonasse por embarcações...Muito jeitoso, conseguiu fazer uma réplica perfeita do pesqueiro do patrão do pai, só que em miniatura - e todas as tardes, depois da lida, subia até ao alto da nascente de um pequeno córrego, punha lá seu barquinho e descia em disparada para aguardá-lo deslizar até ao seu reduto. Seu barquinho, realmente, era lindo!Ele amava demais aquela sua obra-prima (tentou fazer outros barquinhos iguais àquele, mas nunca conseguiu a mesma façanha e proeza), e fazer navegar sua embarcação morro abaixo passou a ser sua adorável rotina...Certo dia, como de costume, depois de correr na frente até ao porto e aguardar o seu barquinho, ele no entanto não veio, esperou... esperou... e nada! Voltou então vistoriando minuciosamente todo o percurso, mas não mais o encontrou... Que lástima! que drama! que dor! e o menino Jacozinho, amargurado, a partir daquele dia, só chorou...Alguns dias depois, vendo que a tristeza do filho não se ia, seu pai o levou à cidade para tentar espairecer um pouco aquela agonia. Circulavam pela feira-livre, quando de repente, Jacozinho viu seu barquinho exposto para a venda em uma das bancas dali – perguntou então ao feirante o valor do brinquedo e se assustou com o que ouviu, sua pequena obra valia muito, custar-lhe-ia um alto preço...
- Moço, esse barquinho é meu, fui eu que o fiz, me dê ele de volta!Mas insensível, o homem o olhou com desdém e se virou...
- Por favor, moço, eu vou morrer se não levá-lo comigo!Então, voltando-se para ele, o homem disse:- Você só o terá de volta se trabalhar pra mim durante algum tempo.Jacozinho então implorou ao pai que o deixasse ficar para reconquistar o seu bem, e o convenceu, e durante 3 meses se sacrificou com aqueles serviços pesados dos feirantes...Por fim, teve a sua recompensa, e Jacozinho pulando de alegria, abraçou o seu barco e falando baixinho pra ele, disse:
- Você é todo meu de novo!Amado leitor, essa ilustração quer te mostrar que o Senhor agiu dessa mesma forma: Ele te criou, te fez como obra-prima (iguais a ti Ele não fez mais ninguém), tu és único, exclusivo, és Dele o preferido... Mas se caminhares sozinho, se navegares por águas desertas, serás desgovernado por mãos estranhas, sairás da rota e se perderás por completo em seu destino, serás escravo e como mercadoria serás posto à vendaMas o seu Senhor, que tanta dor, sacrifício e amargura sofreu por ti (e que ainda sofre), não desistiu de ti ainda... Ele sonha com o seu retorno, e quer revê-lo chegar com êxito ao seu porto seguro...Sabe amado, mesmo você tendo sido feita pelas Suas próprias mãos, Ele se dispôs a pagar por você um alto preço, e você é tão especial que Ele pagaria, se preciso fosse, tudo de novo e daria por ti novamente até a própria vida.Assim como menino do barquinho, Jesus também quer expressar eufórico como ele fez, e dizer solene ao seu ouvido:
- Você é todo meu mais uma vez!
Filho único de um casal pobre e rústico, caseiros em uma terra quase sem recursos lá no distante e sofrido interior do agreste, Jacozinho era criado assim, longe de tudo e de todos... Nunca tivera um brinquedo comprado em loja, improvisava sempre, ao seu jeito os seus passatempos que só ele mesmo, em sua própria mente sabia defini-los... O menino era até, de certa forma, muito inventivo, mas por não conhecer praticamente as novidades do mercado, não tinha muito o que fazer... Todavia, bastou que o pai o levasse pela primeira vez a uma pescaria, para que ele então se apaixonasse por embarcações...Muito jeitoso, conseguiu fazer uma réplica perfeita do pesqueiro do patrão do pai, só que em miniatura - e todas as tardes, depois da lida, subia até ao alto da nascente de um pequeno córrego, punha lá seu barquinho e descia em disparada para aguardá-lo deslizar até ao seu reduto. Seu barquinho, realmente, era lindo!Ele amava demais aquela sua obra-prima (tentou fazer outros barquinhos iguais àquele, mas nunca conseguiu a mesma façanha e proeza), e fazer navegar sua embarcação morro abaixo passou a ser sua adorável rotina...Certo dia, como de costume, depois de correr na frente até ao porto e aguardar o seu barquinho, ele no entanto não veio, esperou... esperou... e nada! Voltou então vistoriando minuciosamente todo o percurso, mas não mais o encontrou... Que lástima! que drama! que dor! e o menino Jacozinho, amargurado, a partir daquele dia, só chorou...Alguns dias depois, vendo que a tristeza do filho não se ia, seu pai o levou à cidade para tentar espairecer um pouco aquela agonia. Circulavam pela feira-livre, quando de repente, Jacozinho viu seu barquinho exposto para a venda em uma das bancas dali – perguntou então ao feirante o valor do brinquedo e se assustou com o que ouviu, sua pequena obra valia muito, custar-lhe-ia um alto preço...
- Moço, esse barquinho é meu, fui eu que o fiz, me dê ele de volta!Mas insensível, o homem o olhou com desdém e se virou...
- Por favor, moço, eu vou morrer se não levá-lo comigo!Então, voltando-se para ele, o homem disse:- Você só o terá de volta se trabalhar pra mim durante algum tempo.Jacozinho então implorou ao pai que o deixasse ficar para reconquistar o seu bem, e o convenceu, e durante 3 meses se sacrificou com aqueles serviços pesados dos feirantes...Por fim, teve a sua recompensa, e Jacozinho pulando de alegria, abraçou o seu barco e falando baixinho pra ele, disse:
- Você é todo meu de novo!Amado leitor, essa ilustração quer te mostrar que o Senhor agiu dessa mesma forma: Ele te criou, te fez como obra-prima (iguais a ti Ele não fez mais ninguém), tu és único, exclusivo, és Dele o preferido... Mas se caminhares sozinho, se navegares por águas desertas, serás desgovernado por mãos estranhas, sairás da rota e se perderás por completo em seu destino, serás escravo e como mercadoria serás posto à vendaMas o seu Senhor, que tanta dor, sacrifício e amargura sofreu por ti (e que ainda sofre), não desistiu de ti ainda... Ele sonha com o seu retorno, e quer revê-lo chegar com êxito ao seu porto seguro...Sabe amado, mesmo você tendo sido feita pelas Suas próprias mãos, Ele se dispôs a pagar por você um alto preço, e você é tão especial que Ele pagaria, se preciso fosse, tudo de novo e daria por ti novamente até a própria vida.Assim como menino do barquinho, Jesus também quer expressar eufórico como ele fez, e dizer solene ao seu ouvido:
- Você é todo meu mais uma vez!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Isaías 53
Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?
Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
¶ Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.
¶ Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão.
Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si.
Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.
Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
¶ Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.
¶ Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão.
Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si.
Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Por que calas o amor que há em ti?
Por que calas o amor que há em ti? Por que o deixas se perder, quando tantos precisam encontrá-lo? Por que calas ao ponto de cegar-te, quando tantos precisam dessa luz para viver?O amor que há em ti é um dom, e o dom do amor é se dar. Por que escondes, então em teu peito, o que a muitos pode salvar?O que falas, teus gestos não confirmam. Nada tem a dizer. De que adianta a falsidade, se nela, cedo muitos vão perecer?Por que calas a razão da tua vida, a excelência de teu corpo, a razão do amanhecer? Quando calas o teu amor, o ódio deixas prevalecer.Se acreditas em Jesus Cristo, pelo amor devias lutar, pois Cristo, mesmo sendo traído, não calou o amor que a muitos pode salvar.Teu silêncio concorda com este mundo que luta pela aparência, que mata a inocência, troca a vida pela morte, cala o amor com a violência. Mundo que disfarça a dor com coloridos, promete caminhos floridos, mas esconde os espinhos que a falta de amor produz. Não apagues a tua luz! O mundo precisa dela para viver.Não cales o Cristo vivo que pelo amor nos ensinou a vencer. Não cales a tua voz!Ela pode preencher o vazio de muitos que estão no frio de estar a sós.Grita se preciso for!Luta pelo que tem valor! Deixa que Jesus Cristo transborde em tua vida, o oceano do seu amor!
Lilia Cordeiro Fernandes
Lilia Cordeiro Fernandes
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Todo dia morre um amor!
Todo dia morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios.Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.Todo dia morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todo dia morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão. Outros confessam sua culpa em altos brados e fazem de pinico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. E é esse amor que eu quero viver com você, PARA SEMPRE!!!
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